{"id":339910,"date":"2017-05-09T02:00:00","date_gmt":"2017-05-09T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/medizinonline.com\/cancro-colo-rectal-metastatico-para-alem-da-cirurgia\/"},"modified":"2017-05-09T02:00:00","modified_gmt":"2017-05-09T00:00:00","slug":"cancro-colo-rectal-metastatico-para-alem-da-cirurgia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/medizinonline.com\/pt-pt\/cancro-colo-rectal-metastatico-para-alem-da-cirurgia\/","title":{"rendered":"Cancro colo-rectal met\u00e1st\u00e1tico &#8220;para al\u00e9m da cirurgia"},"content":{"rendered":"<p><strong>No curso de forma\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada em oncologia cl\u00ednica em St. Gallen, houve tamb\u00e9m um simp\u00f3sio sobre carcinoma colorrectal, entre outros t\u00f3picos. Numa vis\u00e3o geral, o Prof. Dr. Ralf-Dieter Hofheinz, Mannheim, apresentou as op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas actuais e abordou as novas recomenda\u00e7\u00f5es da OMPE publicadas em 2016. Finalmente, ele fez uma sugest\u00e3o para um poss\u00edvel algoritmo.<\/strong><\/p>\n<p> <!--more--> <\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 muito tempo que se sabe que a quimioterapia para o cancro colorrectal metast\u00e1sico n\u00e3o-reect\u00e1vel (mCRC) na primeira linha leva a uma melhoria da sobreviv\u00eancia e da qualidade de vida. No caso do mCRC, podemos tamb\u00e9m estabelecer que a terapia activa \u00e9 superior aos melhores cuidados de apoio em rela\u00e7\u00e3o a outras linhas terap\u00eauticas&#8221;, diz o Prof. Dr. Ralf-Dieter Hofheinz, Centro Interdisciplinar de Tumores, Centro M\u00e9dico Universit\u00e1rio de Mannheim, numa revis\u00e3o introdut\u00f3ria dos avan\u00e7os da terapia dos \u00faltimos anos. &#8220;Ap\u00f3s mais de uma d\u00e9cada de experi\u00eancia com bevacizumab, a adi\u00e7\u00e3o de bevacizumab \u00e0 quimioterapia mostrou um benef\u00edcio significativo, embora circunscrito, em termos de sobreviv\u00eancia global. Um benef\u00edcio de sobreviv\u00eancia pode ser alcan\u00e7ado com um tratamento anti-angiog\u00e9nico mesmo para al\u00e9m da progress\u00e3o&#8221; [1].<\/p>\n<p>O estado da muta\u00e7\u00e3o desempenha um papel central na decis\u00e3o terap\u00eautica: sabe-se actualmente que, para al\u00e9m do KRAS exon 2 [2], muta\u00e7\u00f5es mais raras no exon 3 e 4 do gene KRAS e muta\u00e7\u00f5es no exon 2, 3 e 4 do gene NRAS podem causar tumores a tornarem-se resistentes aos medicamentos anti-EGFR. Globalmente, as muta\u00e7\u00f5es RAS foram identificadas em v\u00e1rios estudos como biomarcadores preditivos negativos da terapia anti-EGFR no mCRC [3]. Sem tais muta\u00e7\u00f5es (tipo selvagem all-RAS), \u00e9 encontrado um benef\u00edcio de sobreviv\u00eancia global de mais de cinco meses quando o panitumumabe anti-EGFR \u00e9 adicionado \u00e0 quimioterapia de acordo com o regime FOLFOX4. O mesmo tamb\u00e9m se aplica com um background de quimioterapia diferente, nomeadamente FOLFIRI, e para o &#8220;anticorpo irm\u00e3o&#8221; cetuximab: No estudo CRYSTAL [4], ap\u00f3s an\u00e1lise RAS alargada (isto \u00e9, com o tipo selvagem all-RAS), foi encontrada uma vantagem em OS de mediana de aproximadamente oito meses com a adi\u00e7\u00e3o de cetuximab, em compara\u00e7\u00e3o com o regime FOLFIRI apenas.<\/p>\n<h2 id=\"novas-directrizes-da-ompe-sob-o-microscopio\">Novas directrizes da OMPE sob o microsc\u00f3pio<\/h2>\n<p>O valor preditivo de uma muta\u00e7\u00e3o BRAF, ou seja, se os doentes com tipo selvagem RAS e muta\u00e7\u00e3o BRAF beneficiam menos do tratamento anti-EGFR do que aqueles com tipo selvagem BRAF, \u00e9 discutido em estudos [5]. O que \u00e9 certo \u00e9 que os pacientes com muta\u00e7\u00e3o BRAF conseguem uma sobreviv\u00eancia global mediana de onze (FOLFIRI) ou 19 meses (FOLFOXIRI) com quimioterapia e bevacizumab, dependendo do regime [6]. Como n\u00e3o h\u00e1 benef\u00edcio da terapia anti-EGFR e a quimioterapia mais intensiva conduz a melhores resultados, a nova directriz ESMO [7] prev\u00ea a quimioterapia tripla com\/sem bevacizumab, mas nenhuma terapia com anticorpos anti-EGFR, para doentes com muta\u00e7\u00e3o mCRC e BRAF em que o objectivo \u00e9 a citoredu\u00e7\u00e3o (contrac\u00e7\u00e3o) ou o controlo da doen\u00e7a (controlo da progress\u00e3o).<\/p>\n<p>De acordo com a directriz da OMPE [7], uma reavalia\u00e7\u00e3o\/inqu\u00e9rito de resposta tamb\u00e9m deve ser realizada a cada dois ou dois a tr\u00eas meses em pessoas cujo objectivo seja a citoredu\u00e7\u00e3o ou o controlo de doen\u00e7as, independentemente do perfil molecular. Em caso de progress\u00e3o, passa-se para a segunda linha. Se o objectivo ainda \u00e9 a cictoredu\u00e7\u00e3o, a terapia deve ser continuada &#8211; se, por outro lado, o objectivo \u00e9 o (novo) controlo da doen\u00e7a, existe tamb\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de terapia de manuten\u00e7\u00e3o activa ou de pausa. O ensaio AIO-KRK-0207 [8] analisou se uma estrat\u00e9gia de rel\u00f3gio-e-espera ou apenas bevacizumab era n\u00e3o-inferior \u00e0 terapia de manuten\u00e7\u00e3o padr\u00e3o com fluoropyrimidina mais bevacizumab ap\u00f3s seis meses de quimioterapia combinada de indu\u00e7\u00e3o com bevacizumab. Demorou 6,9 meses (fluoropyrimidina mais bevacizumab), 6,1 meses (bevacizumab) e 6,4 meses (rel\u00f3gio&amp;espera) at\u00e9 ao insucesso do respectivo tipo de terapia, o ponto final prim\u00e1rio (TFS). A re-indu\u00e7\u00e3o da terapia original ap\u00f3s a primeira progress\u00e3o foi necess\u00e1ria em apenas 19%, 43% e 46% na ordem acima referida &#8211; assim, o par\u00e2metro prim\u00e1rio TFS, que foi definido como progress\u00e3o ap\u00f3s a re-indu\u00e7\u00e3o, acabou por se revelar clinicamente irrelevante. &#8220;Embora a n\u00e3o-inferioridade da estrat\u00e9gia de vigil\u00e2ncia e espera da fluoropyrimidina mais bevacizumab n\u00e3o pudesse ser formalmente demonstrada no ensaio, dadas as pequenas diferen\u00e7as ap\u00f3s seis meses de terapia, parece razo\u00e1vel apontar para uma pausa&#8221;, disse ele.<\/p>\n<h2 id=\"a-localizacao-do-tumor-e-decisiva\">A localiza\u00e7\u00e3o do tumor \u00e9 decisiva<\/h2>\n<p>No ano passado, a descoberta, entre outros resultados de uma an\u00e1lise retrospectiva dos dados FIRE-3 e CRYSTAL [9], de que a localiza\u00e7\u00e3o do tumor prim\u00e1rio tem um valor progn\u00f3stico causou uma agita\u00e7\u00e3o. O benef\u00edcio de sobreviv\u00eancia do cetuximab mais FOLFIRI (versus bevacizumab mais FOLFIRI) s\u00f3 foi encontrado em doentes mCRC com tumores do tipo all-Ras wild-type e do <em>lado esquerdo<\/em> (38,3 vs. 28 meses, p=0,002) &#8211; mas n\u00e3o naqueles com tumores <em>do lado direito<\/em> (18,5 vs. 15 meses, p=0,28). Em CRYSTAL, apenas pacientes com tumores do lado esquerdo tamb\u00e9m beneficiaram de cetuximab mais FOLFIRI (contra FOLFIRI apenas). Os valores de sobreviv\u00eancia associados foram 28,7 vs. 21,7 meses (p=0,002) e 18,3 vs. 23 meses (p=0,76). As an\u00e1lises CALGB e PRIME apresentadas na ESMO 2016 chegam a conclus\u00f5es semelhantes. &#8220;A nova directriz da OMPE j\u00e1 est\u00e1, portanto, novamente desactualizada a este respeito&#8221;, diz o Prof. &#8220;Claro que a distin\u00e7\u00e3o esquerda-direita \u00e9 uma cana, mas bastante funcional, uma vez que os tumores diferem de forma relevante na sua instabilidade por microssat\u00e9lite (MSI), no fen\u00f3tipo de metilador BRAF e na ilha CpG (CIMP), dependendo da sua localiza\u00e7\u00e3o. Os tumores do tipo selvagem KRAS do lado direito s\u00e3o mais frequentemente MSI- e CIMP-altos (hipermetrotila\u00e7\u00e3o) e BRAF-mutados. No entanto, isto n\u00e3o significa que estas caracter\u00edsticas nunca sejam encontradas em tumores do lado esquerdo, apenas est\u00e3o menos frequentemente presentes &#8211; determinando o estatuto BRAF, tal como recomendado nas directrizes da OMPE, pelo que continuam a ser \u00fateis&#8221;.<\/p>\n<h2 id=\"estudos-de-sequencias\">Estudos de sequ\u00eancias<\/h2>\n<p>Segundo um estudo da fase III, a adi\u00e7\u00e3o de panitumumab ao FOLFIRI na segunda linha (depois da fluoropyrimidina com\/sem bevacizumab) \u00e9 novamente superior apenas \u00e0 quimioterapia, especialmente para os tumores do tipo selvagem de todos os RAS [10]. Ser\u00e1 este um argumento a favor da utiliza\u00e7\u00e3o de tais anticorpos na segunda linha? &#8220;Aqui precisamos de estudos de sequ\u00eancia para responder \u00e0 pergunta com maior precis\u00e3o&#8221;, disse ele. &#8220;Nos \u00faltimos anos, quatro an\u00e1lises t\u00eam atra\u00eddo a aten\u00e7\u00e3o a este respeito&#8221;.<\/p>\n<ul>\n<li>Os doentes do tipo selvagem RAS com um anticorpo anti-EGFR de primeira linha (FIRE-3) beneficiam mais da terapia de segunda linha com agentes anti-angiog\u00e9nicos do que os doentes com uma sequ\u00eancia inversa [11].<\/li>\n<li>O estudo SPIRITT [12] conclui que uma efic\u00e1cia compar\u00e1vel \u00e9 alcan\u00e7ada com bevacizumab e panitumumab adicionados ao FOLFIRI no cen\u00e1rio da segunda linha (ap\u00f3s quimioterapia \u00e0 base de oxaliplatina e bevacizumab) &#8211; isto em doentes com KRAS exon 2 do tipo selvagem.<\/li>\n<li>Em doentes com SAR de tipo selvagem e progress\u00e3o ap\u00f3s bevacizumab e quimioterapia, a continua\u00e7\u00e3o da terapia com bevacizumab e quimioterapia cruzada para al\u00e9m da progress\u00e3o leva a um prolongamento num\u00e9rico, mas n\u00e3o estatisticamente significativo, da sobreviv\u00eancia global e sem progress\u00e3o &#8211; isto em compara\u00e7\u00e3o com o cetuximab e a quimioterapia cruzada no cen\u00e1rio da segunda linha [13].<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tamb\u00e9m num estudo apresentado na ASCO 2016 por Shitara K et al.  [14]  n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a significativa na sobreviv\u00eancia entre panitumumab e bevacizumab (adicionado ao FOLFIRI) na segunda linha em doentes com KRAS exon 2 mCRC do tipo selvagem (ap\u00f3s quimioterapia oxaliplatina de primeira linha e bevacizumab).<\/p>\n<p>&#8220;Olhando para os dados, pode-se levantar a hip\u00f3tese de que os anticorpos anti-EGFR de segunda linha (depois da quimioterapia mais bevacizumab) j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam um desempenho t\u00e3o convincente nestes grupos e que a terapia anti-VEGF cont\u00ednua parece ser igualmente eficaz&#8221;, observou o Prof Hofheinz. &#8220;Isto \u00e9 talvez contr\u00e1rio \u00e0s expectativas, mas os dados dos ensaios aleatorizados s\u00e3o relativamente claros a este respeito &#8211; apesar de serem estudos bastante pequenos&#8221;.<\/p>\n<h2 id=\"triplet-vs-doublet\">Triplet vs. Doublet<\/h2>\n<p>Os resultados de TRIBE [6] mostraram uma vantagem na sobreviv\u00eancia sem progress\u00e3o e global para a combina\u00e7\u00e3o tr\u00edplice FOLFOXIRI em compara\u00e7\u00e3o com a combina\u00e7\u00e3o tr\u00edplice FOLFIRI (em cada caso dado na primeira linha e em conjunto com bevacizumab). No estudo da fase II CHARTA [15] apresentado na ESMO 2016, os resultados foram confirmados pelo menos na tend\u00eancia: Um prolongamento semelhante do PFS de 9,76 para 12 meses (TRIBE 9,7 para 12,1 meses) foi encontrado sob a combina\u00e7\u00e3o do triplet. No entanto, esta diferen\u00e7a n\u00e3o foi significativa. &#8220;Tamb\u00e9m mostrou que a toxicidade \u00e9 maior &#8211; mas os saltos qu\u00e2nticos, como seria de esperar, n\u00e3o s\u00e3o observados&#8221;, explicou o perito. Neutropenia e diarreia devem ser tidas em conta. O regime \u00e9 particularmente adequado para pacientes mais jovens (correspondente \u00e0 amostra CHARTA).<\/p>\n<h2 id=\"\">&nbsp;<\/h2>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-8573\" alt=\"\" src=\"https:\/\/medizinonline.com\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/abb1_oh2_s28.png\" style=\"height:295px; width:600px\" width=\"1100\" height=\"541\"><\/p>\n<h2 id=\"-2\">&nbsp;<\/h2>\n<h2 id=\"algoritmo\">Algoritmo<\/h2>\n<p>&#8220;Se juntar toda a informa\u00e7\u00e3o que acabou de ouvir, pode criar um poss\u00edvel algoritmo para mCRC &#8216;al\u00e9m da cirurgia'&#8221;, explicou o perito. <strong>A figura&nbsp;1 <\/strong>d\u00e1 uma vis\u00e3o geral correspondente.<\/p>\n<p><em>Fonte: 27\u00ba Curso de Educa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Cont\u00ednua em Oncologia Cl\u00ednica, 16-18 de Fevereiro de 2017, St.<\/em><\/p>\n<p>\nLiteratura:<\/p>\n<ol>\n<li>Hofheinz RD, et al: Tratamento com Drogas Antiangiog\u00e9nicas em V\u00e1rias Linhas em Pacientes com Cancro Colorrectal Met\u00e1st\u00e1tico: Meta-An\u00e1lise de Ensaios Aleat\u00f3rios. Practos de Gastroenterol Res 2016; 2016: 9189483. DOI: 10.1155\/2016\/9189483.<\/li>\n<li>Amado RG, et al: O KRAS do tipo selvagem \u00e9 necess\u00e1rio para a efic\u00e1cia do panitumumabe em doentes com cancro colorrectal metast\u00e1tico. J Clin Oncol 2008 Abr 1; 26(10): 1626-1634.<\/li>\n<li>Douillard JY, et al: Tratamento Panitumumab-FOLFOX4 e muta\u00e7\u00f5es RAS no cancro colorrectal. N Engl J Med 2013 Set 12; 369(11): 1023-1034.<\/li>\n<li>Van Cutsem E, et al: Fluorouracil, leucovorin, e irinotecan mais tratamento com cetuximab e muta\u00e7\u00f5es RAS no cancro colorrectal. J Clin Oncol 2015 Mar 1; 33(7): 692-700.<\/li>\n<li>Rowland A, et al: Meta-an\u00e1lise da muta\u00e7\u00e3o de BRAF como biomarcador preditivo do benef\u00edcio da terapia com anticorpos monoclonais anti-EGFR para o cancro colorrectal metast\u00e1sico tipo RAS. Br J Cancer 2015 Jun 9; 112(12): 1888-1894.<\/li>\n<li>Cremolini C, et al: FOLFOXIRI plus bevacizumab versus FOLFIRI plus bevacizumab como tratamento de primeira linha de doentes com cancro colorrectal metast\u00e1tico: an\u00e1lises globais actualizadas de sobreviv\u00eancia e subgrupos moleculares do r\u00f3tulo aberto, estudo fase 3 TRIBE. Lancet Oncol 2015 Out; 16(13): 1306-1315.<\/li>\n<li>Van Cutsem E, et al: Directrizes de consenso da OMPE para a gest\u00e3o de doentes com cancro colorrectal metast\u00e1sico. Ann Oncol 2016 Ago; 27(8): 1386-1422.<\/li>\n<li>Hegewisch-Becker S, et al: Estrat\u00e9gias de manuten\u00e7\u00e3o ap\u00f3s oxaliplatina de primeira linha mais fluoropyrimidina mais bevacizumab para doentes com cancro colorrectal metast\u00e1tico (AIO 0207): um ensaio aleat\u00f3rio, n\u00e3o-inferiorit\u00e1rio, de r\u00f3tulo aberto, fase 3. Lancet Oncol 2015 Out; 16(13): 1355-1369.<\/li>\n<li>Tejpar S, et al: Relev\u00e2ncia Progn\u00f3stica e Predictiva da Localiza\u00e7\u00e3o do Tumor Prim\u00e1rio em Pacientes com Cancro Colorrectal Met\u00e1st\u00e1tico Tipo RAS: An\u00e1lises Retrospectivas dos Ensaios CRYSTAL e FIRE-3. JAMA Oncol 2016 Oct 10. DOI: 10.1001\/jamaoncol.2016.3797 [Epub ahead of print].<\/li>\n<li>Peeters M, et al: An\u00e1lise das Muta\u00e7\u00f5es KRAS\/NRAS num Estudo de Fase III de Panitumumab com FOLFIRI Comparado com FOLFIRI Sozinho como Tratamento de Segunda Linha para o C\u00e2ncer Colorretal Met\u00e1st\u00e1tico. Clin Cancer Res 2015 Dez 15; 21(24): 5469-5479.<\/li>\n<li>Modest DP, et al: Impact of Subsequent Therapies on Outcome of the FIRE-3\/AIO KRK0306 Trial: First-Line Therapy With FOLFIRI Plus Cetuximab or Bevacizumab in Patients With KRAS Wild-Type Tumours in Metastatic Colorectal Cancer. J Clin Oncol 2015 Nov 10; 33(32): 3718-3726.<\/li>\n<li>Hecht JR, et al: SPIRITT: A Randomized, Multicenter, Phase II Study of Panitumumab with FOLFIRI and Bevacizumab with FOLFIRI as Second-Line Treatment in Patients with Unresectable Wild Type KRAS Metastatic Colorectal Cancer. Clin Colorectal Cancer 2015 Jun; 14(2): 72-80.<\/li>\n<li>Hiret S, et al: Bevacizumab ou cetuximab mais quimioterapia ap\u00f3s a progress\u00e3o com bevacizumab mais quimioterapia em doentes com cancro colorrectal metast\u00e1tico wtKRAS: Um estudo aleat\u00f3rio de fase II (Prodige 18 -UNICANCER GI). J Clin Oncol 2016; 34(suppl; abstr 3514).<\/li>\n<li>Shitara K, et al: Um estudo randomizado multic\u00eantrico fase II de FOLFIRI mais panitumumab (Pmab) ou bevacizumab (Bmab) como tratamento de segunda linha para cancro colorrectal tipo KRAS exon 2 metast\u00e1tico (mCRC) com an\u00e1lise explorat\u00f3ria de biomarcadores por bi\u00f3psia l\u00edquida: WJOG6210G. J Clin Oncol 2016; 34(suppl; abstr 3567).<\/li>\n<li>Schmoll HJ, et al.: LBA22 &#8211; FOLFOX \/ Bevacizumab (Beva) +\/- Irinotecan em cancro colorrectal avan\u00e7ado (CRC): Um ensaio aleat\u00f3rio de fase II (AIO CRC 0209, CHARTA). Anais de Oncologia 2016; 27(6): 1-36. 10.1093\/annonc\/mdw435.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>InFo ONCOLOGy &amp; HEMATOLOGy 2017; 5(2): 27-30<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No curso de forma\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada em oncologia cl\u00ednica em St. Gallen, houve tamb\u00e9m um simp\u00f3sio sobre carcinoma colorrectal, entre outros t\u00f3picos. 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