{"id":342193,"date":"2016-01-11T01:00:00","date_gmt":"2016-01-11T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/medizinonline.com\/qual-e-o-risco-de-um-segundo-tumor\/"},"modified":"2016-01-11T01:00:00","modified_gmt":"2016-01-11T00:00:00","slug":"qual-e-o-risco-de-um-segundo-tumor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/medizinonline.com\/pt-pt\/qual-e-o-risco-de-um-segundo-tumor\/","title":{"rendered":"Qual \u00e9 o risco de um segundo tumor?"},"content":{"rendered":"<p><strong>Os doentes com carcinoma basocelular ou carcinoma espinocelular cut\u00e2neo desenvolvem frequentemente cancro de pele n\u00e3o melanoc\u00edtico novamente no per\u00edodo de seguimento. O objectivo de um estudo dos EUA era determinar o momento e a probabilidade de tais doen\u00e7as secund\u00e1rias.<\/strong><\/p>\n<p> <!--more--> <\/p>\n<p>1284 doentes com um tumor n\u00e3o melanoc\u00edtico confirmado por biopsia foram acompanhados prospectivamente por uma mediana de 5,7 anos. As pessoas com s\u00edndrome do nevus de c\u00e9lulas basais e indiv\u00edduos imunossuprimidos n\u00e3o faziam parte da coorte. Os resultados foram avaliados separadamente para pacientes com um primeiro diagn\u00f3stico e pacientes que tinham anteriormente tido um tumor deste tipo (49,2%).<\/p>\n<ul>\n<li>Os doentes com um diagn\u00f3stico inicial de cancro de pele n\u00e3o melanoc\u00edtico tinham uma probabilidade de 14,5% de recidiva ap\u00f3s um ano. Ap\u00f3s tr\u00eas anos, a probabilidade era de 31,1% e ap\u00f3s cinco anos, 40,7%.<\/li>\n<li>Os doentes com antecedentes de tumores tinham as seguintes taxas de probabilidade nos pontos acima referidos: 43,9%, 71,1% e 82,0%.<\/li>\n<li>Os dois tipos de tumor (carcinoma basocelular\/carcinoma espinocelular) n\u00e3o diferiram de forma relevante um do outro em termos de frequ\u00eancia ou de calend\u00e1rio da nova doen\u00e7a.<\/li>\n<li>Nos doentes diagnosticados pela primeira vez sem um tumor subsequente ap\u00f3s dois anos, a probabilidade de um tumor subsequente no ano seguinte era de 10,4%, e de 18% dois anos mais tarde.<\/li>\n<li>Nos doentes diagnosticados pela primeira vez sem um tumor subsequente ap\u00f3s quatro anos, a probabilidade de um tumor subsequente no ano seguinte era de 5,9%, e 10,8% dois anos mais tarde.<\/li>\n<\/ul>\n<h2 id=\"importante-para-o-seguimento\">Importante para o seguimento<\/h2>\n<p>De acordo com os autores, a informa\u00e7\u00e3o sobre segundos tumores \u00e9 de import\u00e2ncia crucial especialmente para o acompanhamento do planeamento. Deve tamb\u00e9m ser feita uma melhor investiga\u00e7\u00e3o sobre a forma como os aspectos biol\u00f3gicos, estilo de vida ou diferen\u00e7as no sistema de cuidados de sa\u00fade contribuem para a aquisi\u00e7\u00e3o e detec\u00e7\u00e3o de tumores secund\u00e1rios. O rastreio de rotina cont\u00ednuo para a recidiva n\u00e3o \u00e9 teoricamente necess\u00e1rio para todos os doentes com tumores n\u00e3o melanoc\u00edticos, visto que alguns doentes n\u00e3o t\u00eam doen\u00e7a recorrente. O que distingue esta coorte e como se diferencia do grupo vulner\u00e1vel? \u00c9 necess\u00e1ria mais investiga\u00e7\u00e3o para melhor definir a popula\u00e7\u00e3o de rastreio.<\/p>\n<p>Esfor\u00e7os de rastreio mais agressivos s\u00e3o particularmente \u00fateis para pessoas com um diagn\u00f3stico pr\u00e9vio de cancro da pele leve. Al\u00e9m disso, uma palestra educacional sobre preven\u00e7\u00e3o deve ser conduzida com todos os pacientes.<\/p>\n<p>\n<em>Fonte: Wehner MR, et al: Timing of Subsequent New Tumors in Patients Who Present With Basal Cell Carcinoma or Cutaneous Squamous Cell Carcinoma. JAMA Dermatol 2015; 151(4): 382-388.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>InFo ONCOLOGy &amp; HEMATOLOGy 2015; 3(7): 2<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os doentes com carcinoma basocelular ou carcinoma espinocelular cut\u00e2neo desenvolvem frequentemente cancro de pele n\u00e3o melanoc\u00edtico novamente no per\u00edodo de seguimento. 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