O adenocarcinoma ductal pancreático (PDAC) é um dos tumores mais agressivos de todos. A taxa de sobrevivência a cinco anos é ainda de apenas um dígito. Nos últimos anos, porém, registou-se uma mudança de paradigma: O PDAC já não é considerado como uma doença uniforme, mas como um conjunto de diferentes subtipos moleculares com uma biologia claramente distinguível. Novas análises do genoma, do transcriptoma, do proteoma, do metaboloma e do imunoma estão a mudar fundamentalmente a nossa compreensão destes tumores – e a abrir perspectivas para uma terapêutica mais precisa e individualmente orientada.
Autoren
- Tanja Schliebe
Publikation
- InFo ONKOLOGIE & HÄMATOLOGIE
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