O adenocarcinoma ductal pancreático (PDAC) é um dos tumores mais agressivos de todos. A taxa de sobrevivência a cinco anos é ainda de apenas um dígito. Nos últimos anos, porém, registou-se uma mudança de paradigma: O PDAC já não é considerado como uma doença uniforme, mas como um conjunto de diferentes subtipos moleculares com uma biologia claramente distinguível. Novas análises do genoma, do transcriptoma, do proteoma, do metaboloma e do imunoma estão a mudar fundamentalmente a nossa compreensão destes tumores – e a abrir perspectivas para uma terapêutica mais precisa e individualmente orientada.
Autoren
- Tanja Schliebe
Publikation
- InFo ONKOLOGIE & HÄMATOLOGIE
Related Topics
You May Also Like
- Hipertensão pulmonar
PH e doenças pulmonares
- CRC, AML e melanoma em foco
Mecanismos moleculares da plasticidade tumoral
- Ataxia de Friedreich
As análises intercalares do estudo PROFA revelam “necessidades não satisfeitas”
- Relatório do estudo
Perfil dos esfingolípidos na colangite biliar primária em fase inicial
- Angiossarcoma do coração
Uma “caixa negra” diagnóstica e terapêutica
- Ataxias
Ataxia de Friedreich: quando o metabolismo energético ataca o sistema nervoso
- Risco de osteoporose nas doenças autoimunes do fígado
Determine sempre a densidade óssea na PBC, PSC e AIH
- Tumores neuroendócrinos