Nos últimos anos, os relógios epigenéticos baseados na metilação do ADN evoluíram de instrumentos de investigação para biomarcadores do envelhecimento biológico amplamente utilizados. Estão correlacionados não só com a idade cronológica, mas também – dependendo da “geração do relógio” – com a morbilidade, os resultados funcionais e os riscos de mortalidade. Ao mesmo tempo, a passagem para a rotina clínica é um desafio: a exatidão da medição, a comparabilidade entre testes, a generalização na população e os limites de decisão clínica só foram até agora parcialmente normalizados.
Publikation
- Longevity-Special
You May Also Like
- Do sintoma ao diagnóstico
Pneumologia – calcificações traqueais e brônquicas
- Tinea capitis: recomendações das diretrizes atuais
Que aspetos devem ser tidos em conta no caso de doentes adultos?
- Doentes geriátricos
Aportação de micronutrientes na terceira idade
- Doença de Crohn: concentre-se nos resultados a longo prazo
Abordagem “top-down” ou terapia por etapas clássica?
- SwissDiab-Studie: neue Analyse erschienen
Wie sind Diabeteskomplikationen mit der Lebensqualität assoziiert?
- Pré-aclimatação no Monte Evereste
Explorar os limites fisiológicos
- A viloxazina no TDAH
Uma opção não estimulante – mas com pouca evidência
- Estudo pré-clínico de um agente fitoterapêutico