Nas últimas décadas, a incidência de doença hepática esteatósica aumentou paralelamente ao aumento da obesidade, da diabetes e de outras doenças metabólicas. Recomenda-se que os doentes de risco sejam rastreados de forma orientada. Nos últimos tempos, registaram-se progressos significativos. Estudos recentes identificaram subtipos de MASLD com diferentes perfis de risco cardiovascular. A aprovação do resmetirome pela FDA e pela EMA representa um avanço importante no domínio da terapia medicamentosa para a MASH. No entanto, a situação dos dados relativos ao semaglutide administrado por via subcutânea também é promissora, como mostram as actuais análises provisórias.
Autoren
- Mirjam Peter, M.Sc.
Publikation
- HAUSARZT PRAXIS
Related Topics
You May Also Like
- Adesão e gestão da asma e da DPOC
É melhor ouvir o farmacêutico
- Atualização do Fokus 2026
Ecocardiografia na cardio-oncologia
- Atividade física com DII
O desporto não é um assassínio, mas também não ajuda
- Cancro de pele branco e preto
Biologia e abordagens terapêuticas modernas
- Destaques da Reunião Anual da AAD
Dermatite atópica: novidades interessantes sobre candidatos a princípios ativos na Fase III
- Doenças autoimunes do fígado
Abordagens terapêuticas inovadoras para a PBC, a PSC e a AIH: Quais são as novidades?
- Mielofibrose
Mutações e diagnóstico molecular na decisão terapêutica
- A psoríase na era da medicina de precisão