Os glioblastomas (GBM) contam-se entre os tumores mais agressivos e resistentes à terapêutica do sistema nervoso central e colocam imensos desafios aos clínicos e investigadores. Apesar dos avanços significativos no diagnóstico e da melhoria da terapia padrão, que geralmente consiste na ressecção cirúrgica, na radioterapia subsequente e na administração de temozolomida, as perspectivas de sobrevivência ainda não são satisfatórias. Tal deve-se principalmente à resistência pronunciada, à complexa heterogeneidade tumoral e às propriedades imunomoduladoras das células do glioblastoma e do seu microambiente.
You May Also Like
- Mielofibrose
Mutações e diagnóstico molecular na decisão terapêutica
- A psoríase na era da medicina de precisão
Terapia sistémica em doentes com comorbidades: qual é a melhor opção?
- O estudo Amalfi e os limites do rastreio digital para fibrilação auricular
Monitorização remota para fibrilação auricular: muita deteção, pouca prevenção de AVC?
- MASH
As farmacoterapias como «fator de mudança» – quais são os desafios que se avizinham?
- Tratamento da obesidade
Terapias orais com GLP-1: ATTAIN-1 e OASIS-4 – o próximo passo
- Doentes idosos com dermatite atópica
Por que razão se defende a utilização de medicamentos biológicos
- Perturbações na interação intestino-cérebro
O preparado à base de óleo de hortelã-pimenta e cominho revelou-se eficaz num estudo de fase IV
- Gepante na enxaqueca